http://revista.ispsn.org/index.php/rsn/issue/feedRevista Sol Nascente2026-02-15T21:08:53+00:00Eliseu Chipacoeliseu.chipaco@ispsn.orgOpen Journal Systemshttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/680RECENSÃO CRÍTICA DO CAPÍTULO III DA OBRA- O BUROCRÁTICO E O POLÍTICO NA ADMINISTRAÇÃO UNIVERSITÁRIA, DE EUGÉNIO ADOLFO ALVES DA SILVA2026-02-15T18:54:20+00:00ELISEU FRAGOSO BALANDA CHIPACOEliseu.chipaco@ispsn.org<p>A obra <em>O Burocrático e o Político na Administração Universitária</em>, da autoria de Eugénio Adolfo Alves da Silva, tem origem na sua tese de doutoramento, defendida em 2004 no Instituto de Educação e Psicologia da Universidade do Minho. O autor, que exerce funções de Secretário de Estado do Ensino Superior em Angola, desenvolve neste estudo uma análise aprofundada da administração universitária, articulando contributos teóricos da sociologia das organizações com uma investigação empírica situada no contexto angolano. A presente recensão incide, de forma delimitada, sobre o Capítulo III, intitulado “O burocrático e o político na administração universitária”, procedendo à apreciação do seu enquadramento conceptual, dos argumentos centrais e do respectivo contributo científico.</p> <p>No referido capítulo, o autor analisa a complexidade organizacional das universidades a partir de duas dimensões estruturantes, a burocrática e a política. Para o efeito, propõe um modelo analítico de natureza bifacial ou díptica, mediante o qual sustenta que a administração universitária não pode ser apreendida de modo linear ou unidimensional. Antes se configura como o resultado de uma interacção contínua entre normas, regras e procedimentos formalizados, por um lado, e dinâmicas de poder, conflitos de interesse e disputas simbólicas, por outro. Tal abordagem permite compreender a emergência de configurações organizacionais híbridas, caracterizadas por tensões de ordem estrutural e funcional.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 ELISEU CHIPACOhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/670EDUCAÇÃO, CULTURA E SUSTENTABILIDADE EM ANGOLA – PERSPECTIVAS PLURAIS SOBRE DESAFIOS E SOLUÇÕES - ESPECIAL2026-02-15T08:12:21+00:00ELISEU FRAGOSO BALANDA CHIPACOEliseu.chipaco@ispsn.org<p>É com grande satisfação que apresentamos esta edição especial da <em>Revista Sol Nascente</em>, publicada pelo Centro de Investigação Sol Nascente do Instituto Superior Politécnico Sol Nascente (ISPSN). Nesta edição, mais do que artigos científicos e reflexões académicas, celebramos o compromisso contínuo do ISPSN com a produção do conhecimento, a valorização da cultura e a transformação social. A publicação desta edição, a 15 de Fevereiro, assinala um momento simbólico, o reencontro entre a ciência e a sensibilidade humana, entre o rigor académico e a criatividade que nos distingue como instituição.</p> <p>Num tempo em que o mundo enfrenta desafios complexos, nomeadamente: sociais, ambientais, educativos e éticos, a academia assume um papel decisivo enquanto espaço de diálogo e de inovação. Nesta edição, abrimos as páginas para dar voz aos investigadores, aos docentes e aos estudantes, que com dedicação e espírito crítico contribuem para o pensamento científico angolano e internacional.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 ELISEU CHIPACOhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/683A MÚSICA CORAL COMO MEIO DE EXPRESSÃO CULTURAL E SUA IMPORTÂNCIA NA CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES SOCIAIS EM UM CONTEXTO MIGRATÓRIO2026-02-15T20:20:24+00:00CHESS EMMANUEL BRICEÑO NÚÑEZchess.briceno.nunez@gmail.comALEN DAVID MONTILLA SOTOalen.montilla.soto@gmail.com<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">A música coral tornou-se uma ferramenta cultural significativa para a expressão de identidades e para a coesão social em contextos de mobilidade humana. O presente estudo teve como objectivo analisar o impacto do canto coral na construção de identidades sociais e na transmissão de tradições culturais entre migrantes e locais no grupo “Harmonia Fidei”, em Quito, Equador.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">A investigação adoptou uma metodologia qualitativa e quantitativa, com delineamento de campo não experimental, recorrendo à observação participante e a entrevistas semi estruturadas realizadas a oito membros activos do coral.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">Os resultados revelaram que o canto coral fortaleceu a identidade cultural, gerou um profundo sentimento de pertença e actuou como meio de preservação e transmissão da memória colectiva. Os participantes afirmaram que cantar em grupo lhes permitiu reconectar-se com as suas raízes, criar vínculos afectivos e partilhar tradições. A prática coral configurou-se como um espaço simbólico de inclusão, no qual as diferenças culturais foram entendidas como oportunidades de enriquecimento mútuo.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">Conclui-se que o canto coral não constitui apenas uma actividade artística, mas também uma via eficaz para a integração social, a reconstrução identitária e o fortalecimento comunitário. A sua aplicação em programas educacionais e comunitários pode promover a inclusão cultural em sociedades diversas.</span></p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 CHESS EMMANUEL BRICEÑO NÚÑEZ, ALEN DAVID MONTILLA SOTOhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/671ANALISANDO AS POSSÍVEIS CAUSAS DAS ATITUDES NEGATIVAS EM RELAÇÃO À UTILIZAÇÃO DAS ‘’LÍNGUAS NACIONAIS’’ ANGOLANAS NO LOBITO: UM ESTUDO DE CASO DE SOCIOLINGUÍSTICA.2026-02-15T08:32:14+00:00PEDRO UPANGA CHINDOMBE APENDATIpedroapendati25@gmail.com<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">O presente estudo aborda as atitudes negativas em relação ao uso das línguas nacionais angolanas no Lobito. A investigação centra-se, fundamentalmente, nas implicações dessas atitudes negativas em termos de exclusão social, económica e política das comunidades com baixa fluência na Língua Portuguesa, entendida como língua de instrução e de mobilidade social.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">Para a recolha de dados, recorreu-se à entrevista semiestruturada, realizada no Complexo Escolar BGN 2012 Evangélico da Canata, no Lobito. Participaram dois responsáveis administrativos e nove professores das disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Umbundu. Foram seleccionados participantes pertencentes a diferentes grupos etnolinguísticos, nomeadamente Ovimbundu, Mbundu e Bakongo, entre outros.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">Concluiu-se que a heterogeneidade linguística pode contribuir para fenómenos de marginalização e discriminação social e cultural. A marginalização, a discriminação e a exclusão social e cultural estão fortemente associadas à falta de prestígio e ao reduzido valor de mercado atribuídos às línguas nacionais.</span></p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 PEDRO APENDATIhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/672ANGOLA. EGO, IDENTIDADE E MEMÓRIA FACE AO RISCO DO «PARADOXO DA ANGOLANIDADE»2026-02-15T08:52:37+00:00ISSAU CAMACOZAIlgeopolitico@gmail.com<p><strong> </strong></p> <p>A identidade de um povo resulta de políticas públicas de Estado direccionadas nos sectores da educação e formação da pessoa, capazes de forjar nela o ego assente nos valores psico-emocionais, culturais, morais e cívicos típicos da macro-sociedade de pertença. Tais valores estão destinados a serem reproduzidos no tempo e em espaços pelas gerações. Todavia, numa sociedade multicultural e multilinguística como é angolana, a formação do ego “confronta-se” com duas realidades conflituais: uma assente na formação de valores sociológicos das micro-sociedades de origem do indivíduo, que privilegia o inculcar de um tipo de ego endógeno, autêntico e “conservador”, transmitido de geração a geração, e outra assente nos valores decorrentes do Estado de direito, que privilegia a formação de um ego marcadamente dependente das dinâmicas internas e externas, cujos valores são susceptíveis às mudanças constantes. Essa “conflitualidade” de egos, agravada pelo assimilacionismo cultural <em>à la carte</em> pode condicionar tanto a formação de uma identidade como a consolidação da memória comuns entre os angolanos. Trata-se de um artigo baseado na investigação científica de base, essencialmente do tipo qualitativo, através dos métodos histórico e da contextualização, cuja exposição assenta numa abordagem interdisciplinar entre o saber popular, a Sociologia Política, a Psicologia Social e o <em>nation-building</em> em contexto pós-colonial. Como resultado, se espera que a apresente abordagem contribua à compreensão da dualidade na formação do ego, identidade e memória em Angola.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 ISSAU CAMACOZAhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/673CAPACITAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA DOS PROFESSORES PARA O ATENDIMENTO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: UM ESTUDO NA ESCOLA PRIMÁRIA DA MASSANGARALA, BENGUELA2026-02-15T09:20:03+00:00GABRIEL NGONGA CHIPAgabrielchipa22@gmail.com<p>No âmbito da educação inclusiva, a capacitação psicopedagógica dos professores assume um papel determinante, pois possibilita a identificação precoce de sinais de dificuldades, a compreensão das suas causas e a planificação de ações pedagógicas adequadas e eficazes.</p> <p>Este artigo tem como objetivo analisar as lacunas na capacitação psicopedagógica dos professores da 1.ª classe e propor uma estratégia de formação voltada para o atendimento de alunos com Necessidades Educativas Especiais. Trata-se de um estudo exploratório, de natureza qualitativa, sustentado na aplicação de entrevistas a professores e a um membro da direção escolar. Os dados sinalizam a existência de lacunas significativas, tanto na formação inicial quanto na formação contínua dos professores, sobretudo no que respeita ao domínio de conhecimentos teóricos e práticos sobre a capacitação psicopedagógica no contexto da educação inclusiva. Entretanto, os professores ressaltam que a capacitação psicopedagógica, quando orientada para a prática inclusiva e articulada com ações formativas contextualizadas, constitui uma solução eficaz para colmatar tais lacunas.</p> <p> </p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 GABRIEL CHIPAhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/674ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM PARA RESOLUÇÕES DE PROBLEMAS SOBRE INEQUAÇÕES DO 1º GRAU NA 9ª CLASSE NO COLÉGIO Nº 306 - DEMBOS SALA MUBEMBA- BENGO 2026-02-15T09:46:45+00:00AURÉLIO CHINGUI DOMINGOS firmino11d@gmail.comPAULO PEDRO NICOLAUpdrnicolau418@gmail.com<p>A resolução de problemas tem sido o foco do Ensino da Matemática nos dias actuais e, por parte dos professores, a procura de métodos adequados para o seu ensino tem-se tornado motivo de debate no âmbito do desenvolvimento cognitivo dos estudantes, uma vez que resolver um problema matemático coloca o aluno em posições desafiadoras. Muitas vezes, persiste a visão de que todo problema deve ser reduzido a uma expressão equacionada.</p> <p>Deste modo, o presente artigo tem como propósito analisar problemas que conduzem a inequações do 1.º grau, com base num modelo metacognitivo e heurístico. No âmbito metodológico, adoptou-se uma pesquisa descritiva, com abordagem quali-quantitativa, recorrendo à pesquisa bibliográfica, dedução e indução, análise e síntese, tendo os dados sido recolhidos por meio de inquérito por questionário aplicado a professores e alunos.</p> <p>Os resultados alcançados indicam que a resolução de problemas constitui um ponto-chave para que os estudantes observem o conhecimento matemático com um olhar científico e prático. No entanto, verificou-se que uma das principais dificuldades reside na transposição da linguagem corrente para a linguagem matemática, representando um desafio central no processo de ensino e aprendizagem.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 AURÉLIO DOMINGOS , PAULO NICOLAUhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/676EXPLORAÇÃO DE PETRÓLEO E POLÍTICAS PÚBLICAS: REVISÃO SISTEMÁTICA DE UM MODELO AMBIENTAL PARA O BAIXO CONGO EM ANGOLA2026-02-15T17:34:54+00:00JOÃO TOBIAS CUNHAJoao.cunha@ispsn.org<p>Este estudo analisa políticas públicas ambientais relacionadas com a exploração de petróleo <em>offshore</em> em diferentes países, com foco na Bacia do Baixo Congo (Angola). A partir de uma revisão sistemática baseada no protocolo PRISMA, envolvendo 75 estudos, identificou-se que a forte dependência económica do petróleo, aliada à fragmentação institucional, compromete seriamente a governança ambiental, agravada por um défice crítico de participação comunitária. Predominam modelos centralizados e instrumentos regulatórios rígidos, enquanto abordagens participativas são escassas. Este estudo analisa políticas públicas ambientais relacionadas à exploração de petróleo offshore em diferentes países, com foco na região do Baixo Congo (Angola). A partir de uma revisão sistemática baseada no protocolo PRISMA, envolvendo 75 estudos, identificou-se que a forte dependência económica do petróleo, aliada à fragmentação institucional, compromete seriamente a governança ambiental, agravada por um défice crítico de participação comunitária. Predominam modelos centralizados e instrumentos regulatórios rígidos, enquanto abordagens participativas são escassas. Com base nas evidências, propõe-se um modelo inovador de governança ambiental estruturado em quatro eixos estratégicos: coordenação multinível; parcerias público-comunitárias com carácter vinculativo; indicadores multidimensionais que integrem saberes tradicionais e científicos; transparência por meio de auditorias independentes e acesso multilingue a dados públicos. O modelo proposto está alinhado aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 14 e 16), com o objectivo de transformar as receitas provenientes da exploração do petróleo em instrumentos de justiça socioambiental e sustentabilidade ecológica.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 JOÃO CUNHAhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/682FORMAÇÃO CONTÍNUA DOS PROFESSORES PARA INCLUSÃO SOCIOEDUCATIVA DOS ALUNOS DA 2ª CLASSE COM TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO COM HIPERACTIVIDADE: UM ESTUDO NO COMPLEXO ESCOLAR BG 1025, BENGUELA2026-02-15T19:23:47+00:00BIRELS MANUEL VIAÇÃObirelsmanuelviacao@gmaiel.com<p>O presente artigo tem como tema a <strong>formação contínua dos professores para a inclusão socioeducativa dos alunos com Transtorno do Défice de Atenção com Hiperactividade (TDAH)</strong>, uma abordagem que tem sido objecto de reflexão por parte dos agentes da educação, gestores escolares e investigadores educacionais, no contexto do processo de ensino-aprendizagem inclusivo. O estudo procura analisar a formação contínua dos professores para a inclusão socioeducativa dos alunos da segunda classe com TDAH, no contexto supra indicado.</p> <p>Metodologicamente, tratou-se de uma investigação descritiva, com abordagem qualitativo-quantitativa, utilizando-se métodos de pesquisa bibliográfica, indutivo-dedutivo, analítico-sintético, histórico-lógico, bem como observação, entrevista, inquérito por questionário e análise de dados. Os dados foram recolhidos através de instrumentos como a entrevista, o questionário e a escala ARS-18, sendo posteriormente analisados e tratados pelo Programa SPSS, versão 20.0, permitindo uma compreensão mais aprofundada do objecto de estudo.</p> <p>Os resultados demonstram que o perfil de formação dos professores se caracteriza como pouco adequado, dado que alguns agentes da educação exercem a profissão docente sem o perfil profissional adequado à área e a maior parte apresenta dificuldades em lidar com alunos com TDAH no processo de ensino-aprendizagem, interferindo na efectiva implementação da inclusão socioeducativa.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 BIRELS VIAÇÃOhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/681IMPACTO DAS ACTIVIDADES LÚDICAS NO PROCESSO DE ENSINO - APRENDIZAGEM DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA-MOTORA DO COMPLEXO ESCOLAR BG-1038 DO ENSINO ESPECIAL DE BENGUELA2026-02-15T19:10:38+00:00LAURINDO VINDUMBO DOS SANTOSlaurindo.santos.dossantos667@gmail.com<p>O presente trabalho incide sobre o impacto das actividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem dos alunos com deficiência física motora do Complexo Escolar BG-1038 do Ensino Especial de Benguela. O estudo procurou analisar a influência dessas actividades no processo de ensino e aprendizagem desses alunos. A investigação é do tipo descritiva, adotando abordagem qualitativa e quantitativa, apoiada em métodos teóricos e empíricos, como os indutivo e dedutivo, analítico e sintético, pesquisa bibliográfica, entrevista, questionário e tratamento estatístico de dados através do SPSS, versão 19.</p> <p>Em termos de resultados, o estudo permitiu aferir que as actividades lúdicas exercem impacto positivo no processo de ensino e aprendizagem dos alunos com deficiência física motora, na medida em que contribuem para o desenvolvimento integral dos mesmos e previnem práticas excludentes ou discriminatórias nesse processo, valorizando a iniciativa e a cooperação como elementos centrais do desenvolvimento dos alunos.</p> <p> </p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 LAURINDO DOS SANTOShttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/677O IMPACTO DA DISORTOGRAFIA NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS DA 6ª CLASSE DA ESCOLA PRIMÁRIA EM BENGUELA2026-02-15T18:08:02+00:00RAFAEL CAPINGALA PAULINOrafaelcapingalapaulino@gmail.com<p>O presente artigo visa reflectir sobre a influência da disortografia no processo de aprendizagem dos alunos da 6ª classe da Escola Primária BG-1109, no Município de Benguela. Nesse contexto, procura-se analisar de que forma a disortografia afecta o processo de ensino e aprendizagem dos alunos da referida escola. Dada a relevância do tema e com vista ao cumprimento do objectivo proposto, adotou-se uma abordagem qualitativa, operacionalizando-se os métodos analítico-sintético e indutivo-dedutivo, a pesquisa bibliográfica e o inquérito por entrevista.</p> <p>Os resultados permitiram concluir que a disortografia, no processo de ensino e aprendizagem dos alunos em estudo, se caracteriza como razoável, tendo em conta que o processo avaliativo inclui a ortografia. Esta dificuldade tem contribuído para a existência de alunos com baixo rendimento e tem comprometido a compreensão dos conteúdos.</p> <p>Relativamente às estratégias que os professores devem utilizar para minimizar a influência da disortografia, destacam-se: exercer o máximo de paciência, orientar os alunos a realizar cópias regulares e sensibilizá-los quanto à importância de escrever correctamente.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 RAFAEL PAULINOhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/678O MODELO CUSTO-VOLUME-RESULTADO EM PEQUENAS EMPRESAS DO SECTOR AGRO-PECUÁRIO: UM ESTUDO APLICADO NO AVIÁRIO SANTA FILOMENA-BENGUELA, ANGOLA2026-02-15T18:23:53+00:00NEUSA MARLENE PIRO WAPUMBAneusawapumba@gmail.com<p>O presente estudo aplica o modelo Custo-Volume-Resultado (CVR) numa pequena empresa do sector agro-pecuário angolano, nomeadamente no Aviário Santa Filomena, no Município de Benguela. O objectivo principal consiste em demonstrar como a análise CVR constitui uma ferramenta fundamental para a gestão moderna, permitindo determinar volumes óptimos de produção que assegurem a recuperação dos custos operacionais totais.</p> <p>A metodologia adotada combina métodos qualitativos e quantitativos, incluindo análise documental (balanços, demonstrações de resultados e mapas de controlo de custos), entrevistas semiestruturadas com gestores e contabilista, e observação directa durante trinta horas distribuídas por cinco visitas.</p> <p>Os resultados evidenciam que a empresa é rentável, apresentando uma estrutura de custos composta por 85% de custos variáveis e 15% de custos fixos. Os pontos de equilíbrio calculados foram os seguintes: ovos (66.278.829,20 Kz / 4.909 caixas), frangos (12.624.538,90 Kz / 8.416 unidades) e ração (78.903.368,10 Kz / 7.514 sacos). A margem de contribuição total de 69.475.865,12 Kz excede os custos fixos de 36.958.337,62 Kz, resultando num lucro operacional de 32.517.527,50 Kz. A margem de segurança de 44% indica robustez operacional moderada, com espaço para optimização.</p> <p>A investigação identificou lacunas críticas, tais como a ausência de sistema formal de planeamento e controlo de custos, a não realização de análise de desvios e a falta de custeio por actividades. Recomenda-se, portanto, a implementação de um sistema de informação integrado baseado no modelo CVR, a adopção de custeio por actividades, o desenvolvimento de orçamentação formal e a realização de análises periódicas de sensibilidade.</p> <p>O estudo contribui para a literatura sobre gestão de custos em pequenas empresas agro-pecuárias em contextos africanos, demonstrando a aplicabilidade do modelo CVR e fornecendo orientações práticas para a melhoria da rentabilidade e da sustentabilidade empresarial.</p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 NEUSA MARLENE PIRO WAPUMBAhttp://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/679PRÁTICAS DA AVALIAÇÃO FORMATIVA EM ALUNOS DA 2ª CLASSE: UM ESTUDO NO COMPLEXO ESCOLAR N.º 1079, BENGUELA2026-02-15T18:38:36+00:00 NATÁLIA TCHINDEKISSE SEVERINOnataliaseverino94@gmail.comPAULA FRASSINETE DA CRUZpaulafrassinetedacruz@gmail.com<p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">Em Angola, o processo de avaliação formativa constitui actualmente a principal modalidade de avaliação das aprendizagens dos alunos ao longo do ano lectivo. No presente artigo, procede-se a uma incursão analítica sobre as práticas de avaliação formativa em alunos da 2ª classe do Complexo Escolar <strong>1079</strong>, no Município de Benguela.O estudo teve como objectivo compreender como tem sido realizada a avaliação formativa em alunos da 2ª classe da escola em referência. Para alcançar esse propósito, optou-se por um estudo de natureza descritiva, orientado por uma abordagem de investigação mista, recorrendo ao inquérito por questionário e à observação não participante.A análise dos resultados indica que, embora os professores realizem a avaliação formativa nas suas aulas, não efectuam o registo dos resultados no momento oportuno, o que conduz a uma certa subjectividade no processo, com tendência a comprometer a fidedignidade e a originalidade das informações.</span></p> <p style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span lang="PT">Portanto, sugere-se que a efectividade da avaliação formativa dependa não apenas da sua aplicação, mas também do rigor e da sistematização no registo e na utilização dos dados, condição indispensável para orientar intervenções pedagógicas mais consistentes e promover aprendizagens significativas.</span></p>2026-02-15T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2026 NATÁLIA SEVERINO