FORMATIVE ASSESSMENT PRACTICES FOR 2ND CLASS STUDENTS: A STUDY IN SCHOOL COMPLEX NO. 1079, BENGUELA

Authors

Abstract

In Angola, formative assessment currently constitutes the primary method of assessing student learning throughout the school year. This article analyzes formative assessment practices among second-grade students at School Complex 1079, in the municipality of Benguela. The study aimed to understand how formative assessment is conducted among second-grade students at the school in question. To achieve this objective, a descriptive study was chosen, guided by a mixed research approach, using a questionnaire survey and non-participant observation. Analysis of the results indicates that, although teachers conduct formative assessment in their classes, they do not record the results in a timely manner, leading to a degree of subjectivity in the process, which tends to compromise the reliability and originality of the data. Therefore, it is suggested that the effectiveness of formative assessment depends not only on its application, but also on the rigor and systematization in recording and using data, an essential condition for guiding more consistent pedagogical interventions and promoting meaningful learning.

References

Angola. Decreto Presidencial n.º 32/20, de 12 de Agosto – publicado no Boletim Oficial de Angola. I Série – n.º 123 – Que altera a Lei n.º 17/16, de 7 de Outubro. Lei de Bases do Sistema de Educação e Ensino. 2020. Disponível em https://mescti.gov.ao/ao/documentos/lei-de-bases-do-sistema-de-educacao-e-ensino-alteracao-a-lei-17-16/

Angola. Decreto Executivo n.º 424/25, de 18 de Junho – publicado no Boletim Oficial de Angola. I Série – n.º 112 – Que cria o Regulamento da Avaliação das Aprendizagens. Disponível em https://angolex.com/paginas/decreto-executivo/regulamento-da-avaliação-das-aprendizagens-nos-niveis-pre-escolar-primario-e-secundario-do-subsistema-de-ensino-geral-424a-25a.htm

Abrecht, R. (1994). A avaliação formativa. Edições Asa.

Afonso, M e Agostinho, S. (2007). Metodologia de avaliação no contexto Escolar. Texto Editores.

Afonso, M. (2011). Manual de apoio ao sistema de avaliação das aprendizagens Ensino Primário. INIDE.

Andrade, M. M. (2003). Metodologia do Trabalho Científico. Atlas.

Barreira, C., Boavida, J., & Araújo, N. (2006). Avaliação formativa: Novas formas de ensinar e aprender. Revista Portuguesa de Pedagogia, (40-3), 95-133. https://doi.org/10.14195/1647-8614_40-3_4

Cortesão L. (1993) A avaliação formativa - Que desafios? Cadernos Correio Pedagógico, 20. Edições Asa.

Cortesão, L. (2002). Formas de Ensina, formas de avaliar: breve análise de práticas correntes de avaliação. In Reorganização Curricular do Ensino Básico. Avaliação das Aprendizagens. Ministério da Educação.

Creswell, J. W. (2007). Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. Artmed Editora.

Fernandes, D. (1992). O tempo da avaliação. In Noesis. – A Educação em Revista, 23. Instituto de Inovação Educacional. https://www.researchgate.net/publication/314235161_Avaliacao_das_aprendizagens_Uma_agenda_muitos_desafios

Ferreira, C. A. (2005). Para uma instrumentação da avaliação formativa. Sector Editorial dos SDE.

João, K. S. e Distinto, D. (2021). Avaliação formativa da comunicação Matemática. Revista Angolana de Extensão Universitária, 2 (3). Obtido de https://www.portalpensador.com/index.php/RAEU-BENGO/article/view/327

Julião, A. L. (2022). Articulação curricular e melhoria da actuação docente em Benguela: Desafios e perspectivas. Sapientiae: Ciências Sociais, Humanas e Engenharias, 7 (2), 185-202. http://publicoes.uor.ed.ao/index.php/sapientiae/article/view/287

Julião, A. L. (2021). Mapeamento de Inovação nas Práticas Curriculares dos Professores: narrativas de estudantes do ensino médio. RAC: Revista Angolana de Ciências 3 (2), 390-410. http://publicacoes.scientia.co.ao/ojs2/index.php/rac/article/view/155

Julião, A. L. (2020). Avaliação das aprendizagens escolares: processo de reconstrução dos saberes ou acerto de contas? Revista Contemporânea de Educação, Brasil, v. 15, n. 32, pp. 44-65, jan/abr http://dx.doi.org/10.20500/rce.v15i32.24528

Hoffmam, J. (2011). Avaliar para Promover: as setas do caminho. Editora Mediação.

Hoffmann, J. (2005). O jogo do contrário em avaliação. Editora Mediação.

Lakatos, E. M. e Marconi, M. A. (2008). Metodologia científica. 5. ed. Editora Atlas.

Libâneo, J. C. (2004). Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. 5.ed. Editora Alternativa.

Libâneo, J. C. (1998). Didática. Editora Cortez.

Luckesi, C. (1998). Avaliação da aprendizagem escolar. Editora Cortez.

Luckesi, C. C. (2005). avaliação da aprendizagem na Escola: reelaborando conceitos e recriando a Prática. Malabares Comunicação e Eventos.

Marconi, M. A. e Lakatos, E. M. (2002). Técnica de Pesquisa. 5ª Edição. Editora Atlas.

Marconi. M. A. e Lakatos, E. M. (2003). Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas S.A.

Martins, G. A. E Theóphilo, C. R. (2007). Metodologia da investigação científica para ciências sociais aplicadas. Editora Atlas.

Marzano, R. J. (2007). The Art and Science of Teaching. Alexandria, VA: ASCD.

Mascarenhas, A. O. (2011). Gestão estratégica de pessoas: evolução, teoria e crítica. Cengage Learning.

Mendez, A. (2002). Avaliar para Conhecer, Examinar para Excluir. Editora Artmed.

Michel, M. H. (2005). Metodologia e Pesquisa Científica: um guia prático para acompanhamento da disciplina e elaboração de trabalhos monográficos. Editora Atlas.

Ngandu, J. A. (2025). Impacto das práticas supervisivas no desempenho dos professores do Complexo escolar BG n.º 1011, Joaquim Kapango-Benguela. Revista Sol Nascente, 14 (1), 119-136. https://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/512

Oliveira, C. A. & Senger, M. H. (2014). Avaliação formativa: estamos preparados para realizá-la? Revista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba, 158-160. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/RFCMS/article/view/20373

Perrenoud, Ph. (1999). Avaliação da Excelência à Regulação das Aprendizagens Entre Duas Lógicas. Artes Médicas Sul.

Pinto, J. e Santos, L. (2017). Avaliação pedagógica: Conceitos, propósitos e práticas: Ministério da Educação.

Ribeiro, C. (1999). Alfabetismo e atitudes: Pesquisa com jovens e adultos. Acção Educativa/Papirus.

Ribeiro, C. (2003). Metacognição: Um Apoio ao Processo de Aprendizagem. Psicologia: Reflexão e Crítica, 16 (1), 109-116. https://doi.org/10.1590/S0102-79722003000100011

Ribeiro, L. (1991). Avaliação da aprendizagem. Texto Editora.

Santos, L. (2002). Auto-avaliação regulada: porquê, o quê e como?: Universidade de Lisboa.

Serpa (1997), Serpa, M. (1997). Avaliação formativa: lugar de exclusividade para assegurar a qualidade do ensino? In A. Estrela, R. Fernandes, F. A. Costa, I. Narciso & O. Valério (Eds.) Contributos da investigação científia para a qualidade do ensino (Vol. 1, 193-210). Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação.

Silva, E. (2012). Universidade Agostinho Neto: Quo Vadis?: Editorial Kilombelombe.

Valente, A. S. (2012). O trabalho de grupo e a aprendizagem cooperativa no 1º CEB. [Dissertação de Mestrado não publicada]. Universidade de Aveiro.

Vasconcelos, C. S. (1998). Avaliação da aprendizagem: práticas de mudanças: Libertad - Centro de Formações e Assessoria Pedagogia.

Yin, R. K. (2009). Case study research: Design and methods (4th Ed.). Thousand Oaks, CA: Sage

Published

2026-02-15

How to Cite

SEVERINO, . N. T. ., & CRUZ, P. F. D. . (2026). FORMATIVE ASSESSMENT PRACTICES FOR 2ND CLASS STUDENTS: A STUDY IN SCHOOL COMPLEX NO. 1079, BENGUELA . Revista Sol Nascente, 14(3), 199–221. Retrieved from https://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/679