TRANSICIÓN AUTOMÁTICA EN LAS CLASES TEMPRANAS DE LOS CICLOS DE APRENDIZAJE DE LA EDUCACIÓN PRIMARIA EN ANGOLA: TEORÍAS, PRÁCTICAS Y DESAFÍOS

Autores/as

Palabras clave:

Evaluación al Servicio del Aprendizaje, Aprendizaje significativo, Transición Automática, Socioconstructivismo, Inclusión Educativa

Resumen

El presente trabajo buscó comprender las razones que informan las discusiones en torno a la transición automática en las clases iniciales de los ciclos de aprendizaje (1º, 3º y 5º) de Educación Primaria. La transición automática es una innovación en el Sistema de Educación y Enseñanza desde 2004. Se introdujo en el marco de la segunda reforma educativa, haciendo uso del enfoque constructivista que defiende la evaluación al servicio del aprendizaje, alcanzable mediante la diversificación de procedimientos metodológicos que promover actividades educativas prácticas inclusivas y contextualizadas. Otro factor no menos importante fue la aparición de ciclos de aprendizaje en la Educación Primaria ampliada, hasta el 6º curso. Sin embargo, contrariamente a esta perspectiva teórica que apunta al aprendizaje significativo, integral e inclusivo en el aula, la realidad empírica captada a través de informes, experiencias, consulta documental y bibliográfica, apunta a prácticas evaluativas predominantemente marginales al proceso de enseñanza-aprendizaje, con recurso a pruebas De hecho, exploró analíticamente los probables factores explicativos de la disonancia entre la perspectiva teórica y la dinámica de los contextos educativos, en torno a la evaluación, cuyas conclusiones preliminares apuntan a las cuestiones de carácter técnico y metodológico como principales condicionantes de la incorporación práctica de dicha metodología procedimientos que impactarían esta innovación en el proceso de enseñanza-aprendizaje.

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Publicado

2023-01-10

Cómo citar

AFONSO, . M. . (2023). TRANSICIÓN AUTOMÁTICA EN LAS CLASES TEMPRANAS DE LOS CICLOS DE APRENDIZAJE DE LA EDUCACIÓN PRIMARIA EN ANGOLA: TEORÍAS, PRÁCTICAS Y DESAFÍOS. Revista Sol Nascente, 11(2), 49–72. Recuperado a partir de http://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/157