O PAPEL DO PSICOPEDAGOGO PARA ATENDIMENTO EDUCATIVO ESPECIALIZADO DOS ALUNOS COM DISORTOGRAFIA
Palavras-chave:
atendimento educativo especializado, disortografia, estratégias pedagógicas, psicopedagogoResumo
O presente trabalho reflecte o papel do psicopedagogo para o atendimento educativo especializado dos alunos com disortografia realizado no complexo escolar BG 1017, do Município de Benguela. A mesma partiu do seguinte problema de investigação: Em que medida o psicopedagogo do complexo escolar BG 1017, no Município de Benguelaxerce um atendimento educativo especializado aos alunos da 6ª classe com disortografia? Sendo que o objectivo geral: Analisar o papel do psicopedagogo para o atendimento educativo especializado aos alunos com disortografia do complexo escolar em estudo. Em função deste, adoptou-se uma pesquisa descritiva com abordagem mista (qualitativa e quantitativa), operacionalizada com o recurso aos métodos de inquérito por questionário, entrevista e a observação. Para o tratamento dos dados utilizou-se a análise do conteúdo e ao método estatístico, com recurso ao software de análise de dados SPSS versão 20.0. Os principais resultados revelaram que os alunos com disortografia apresentam um baixo rendimento escolar na disciplina de Língua Portuguesa; o psicopedagogo possui um perfil que o qualifica para exercer a função no gabinete de apoio e criteriosamente realizar atendimento educativo especializado aos alunos da 6ª classe com disortografia da escola em estudo.
Referências
Alvarenga, E. M. (2014). Metodologia da investigação quantitativa e qualitativa: Normas técnicas de apresentação de trabalhos científicos. (2ª ed). São Paulo: Artemed.
Alvarenga, Ti. M. (2014). Metodologia investigação quantitativa e qualitativa: Normas técnicas de apresentação de trabalhos científicos. (2ª Reimpressão ed.). (Trad. C. Amarilhas). [s.l.]: A4 Deseños.
Alves, Érika Karine Araújo. Santos, Rosemary Meneses dos. (2017). O psicopedagogo e sua contribuição em face das dificuldades de alunos no processo de aquisição da leitura In: CONEDU-CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 4. 2017. João Pessoa-PB. Anais.. João Pessoa-PB. Editora realize. Disponovel em: https://www.editorarealize.br/revistas/conedu/trabalhos/Trabalho-EVO73-mDI-SA 8-ID4290-0208217234935.pdf. Acesso em: 15 de Abril de 2020.
Alves, Fátima. (2019). Inclusão - Muitos olhares, vários caminhos e um grande desafio. (5ª ed). Rio de Janeiro: [s.l.].
Andrade, M. M. (org). (2003). Introdução à Metodológico do Trabalho Científico. Évora: Universidade de Évora.
Andrade, M. M. (2008). Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Atlas.
Anjos, E. K. O; Dias, J. R. A. (2015). Psicopedagogia: sua história, origem e campo de actuação. (5ª ed). São Paulo: Artemed.
APA. (2014). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. Associação Americana de Psiquiatria.www.apa.wisc.edu/writing.Documentation M.pdf. acessdado dia 11 de Fevereiro de 2019.
Bossa, Nádia Aparecida. (2019). A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. (5ª ed). Rio de Janeiro: Wak Editora.
Calelessa, J.D. (2010). Políticas Educativa para a Saúde em Angola. (Tese de Doutoramento no ramo de Motricidade Humana na Especialidade de Educação Especial) - Universidade Técnica de Lisboa.
Campbell, Selma Inês. (2016). Múltiplas Faces da Inclusão. (2ª ed). Rio de Janeiro: Wak Editora. [s.l.].
Carlinhos, Zassala. (2017). Iniciação à pesquisa cientifica. (7ª ed.). Luanda.
Carter, R. (2009). The Human Brain. Book. (3ª ed). [s.l.].
Chitoma, F. X. Kavaya, M. (2022). Metodologia de investigação em ciências humanas e sociais. [s. I]: Editora académica do ISPOCAB.
Ciasca, S. M. (2018). Distúrbios e dificuldades de aprendizagem: uma questão de nomenclatura. In: Ciasca, S. M. Distúrbios de aprendizagem: proposta de avaliação interdisciplinar: 8(48): 11-6. São Paulo: Casa do Psicólogo.
Cortez, R. M. & Johnston, W, J. (2017). The future of B2B marting theory: A historical and prospective analysis. Industrial Marketing Management. [s.l.].
Coutinho, Cl. P. (2022). Metodologia de investigação em ciências sociais e humanas: teoria e prática (2.ª ed. – reimpressão). Edições Almedina, S.A.
Crenitte, P. (2019). Disortografia na dislexia Ia Sennyey, Ai; Capovilla, F.; & Montiel, J. (Org.). Transtornos de aprendizagem da avaliação à reabilitação. Ed. Artes Médicas, pp. 83-87.
Cruz, V. (2022). Uma abordagem Cognitiva da Leitura.. (ISBN Ebook Open Access: 978-989-693.149-0) DOI:10.54670/AYLT5364.
Cruz, Vitor. (2011). Dificuldades de aprendizagem específicas: uma abordagem aos seus fundamentos. Revista Educação Especial. v. 24, n. 41, p. 329–345, 2011. Disponível em: https://doi.org/10.5902/1984686X4113. Acesso em: 16 jul. 2022. Edições Técnicas, Lda.
Cruz, Vitor. (2020). Do aprender a ler ao ler para aprender. Guia para professor, educadores e pais. Lisboa: Pactor.
Dumbo N.J. Ch. (2024). Políticas públicas e o direito da criança à educação - uma imagem dos jardins-de-infância no município de Benguela. Universidade do Minho. (Tese de Doutoramento em Estudos da Criança Especialidade em Infância, Cultura e Sociedade). Braga.
Faustino, Ana Paula Cunha. SILVA, Mônica Caetano Vieira da. (2021). A evolução da psicopedagogia e a importância do psicopedagogo. Caderno Intersaberes, Curitiba.
Léon, A. M.; Bravo, C. B.; Fernández, A. R.( 2017). Review of android and ios tablet apps in Spanish to improve reading and writing skills of children with dyslexia. Procedia: Social and Behavioral Science.
Liassen, Elisabeth da Silva; Santana, Ana Paula de Oliveira. (2020). O discurso sobre a dislexia no DSM-5 e suas implicações no processo de medicalização da educação. Rio de Janeiro.
Maluf, A. C. M. (2016). Alternativas pedagógicas: propostas para ensinar e intervir em espaços de aprendizagem. Rio de Janeiro: Wak Editora.
Marconi, M. A. & Lakatos, E. M. (2017). Fundamentos de Metodologia Científica. (8ª ed.). São Paulo.
LEGISLAÇÃO
Angola, Decreto n° 19/18, de 29 de Janeiro - Estatuto Orgânico do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher. Luanda: Imprensa Nacional.
Angola, Decreto n° 187/17, de 16 de Agosto de 2017. Política Nacional de Educação Especial, Orientada para a Inclusão. Luanda: Imprensa.
Angola, lei nº 17/16, de 7 de Outubro-lei de base do sistema educação e ensino (LBSEE).
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2025 AFONSO KANJONGO CALUNDILILI

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0.




















