LA PRÉPARATION DES ENSEIGNANTS ET LEUR RÔLE DANS LE PROCESSUS D'INCLUSION DES ÉLÈVES AUTISME AU COMPLEXE SCOLAIRE BLA-1017 DU REFUGE POUR ENFANTS DE BENGUELA.
Mots-clés :
Autisme, Stratégie, Inclusion, ProfesseurRésumé
Cet article aborde le rôle des enseignants dans le processus d'inclusion des élèves autistes au sein du complexe scolaire BLA-1017 du foyer d'accueil pour enfants de Benguela. L'autisme fait l'objet d'un débat permanent parmi les professionnels de l'éducation en raison de sa complexité. Le sujet est né de la question suivante : quel est le rôle des enseignants dans le processus d'inclusion des élèves autistes au sein du complexe scolaire BLA-1017 du foyer d'accueil pour enfants de Benguela ? L'objectif général est d'analyser le rôle des enseignants dans le processus d'inclusion des élèves autistes au sein du complexe scolaire BLA-1017 du foyer d'accueil pour enfants de Benguela. La recherche adoptée était descriptive, avec une approche mixte qualitative et quantitative, mise en œuvre à l'aide d'une enquête par questionnaire, d'entretiens et de méthodes d'observation. L'analyse de contenu et des méthodes statistiques ont été utilisées pour l'analyse des données, à l'aide du logiciel d'analyse de données SPSS 29.0. Les résultats ont révélé que les enseignants ont exercé leur rôle avec un certain professionnalisme, malgré l'absence de formation spécifique pour travailler avec des élèves autistes, mais plutôt une formation en pédagogie. Ils ont procédé à plusieurs adaptations basées sur les connaissances partagées acquises lors d'interactions avec des enseignants d'autres écoles et ont identifié des faiblesses. La stratégie pédagogique proposée contribuera à améliorer l'état actuel de ce complexe, car elle inclut la communication améliorée/alternative, la stimulation cognitivo-comportementale, l'utilisation de ressources visuelles, l'adaptation du programme et des activités ludiques comme ressources pour soutenir l'accomplissement du rôle de l'enseignant.
Références
Almeida, D. B. & Freitas, F. S. (2019). As Políticas de avaliação e a qualidade educacional. Portugal.
Angola, República de (2015). Ministério da Educação. Instituto Nacional para a Educacao Especial (NEE). Projecto da Política Nacional de Educação Especial para a Inclusão Escolar. Ministério da Educação. Luanda.
Cahango, E. I. (2020). O papel dos professores e encarregados de educação na inclusão educativa dos alunos da 6ª classe com deficiência mental do centro de Recursos de Educação Especial Nº 5008 do Município da Ganda. Trabalho de Fim de curso para obtenção do grau de licenciatura em ciências da educação-Opção: Educação Especial (Regina Regular). ISCED-Benguela. Angola.
Calelessa, J. D.; Utengi, C. & Henrique C. G. (2017). Orientação Educativa às famílias de alunos com transtorno do espectro autista da escola do ensino especial do Huambo. Angola
Cunha, E. (2017). Autismo e inclusão: Psicopedagogia práticas educativas na escola e na infância. Rio de Janeiro.
Declaração de Salamanca (1994). Sobre princípios e métodos, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais Espanha
Decreto Presidencial nº 187/17 de 16 de Agosto: Política Nacional de educação Especial para Inclusão Escolar em Angola.
DSM-V (2014). Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª Edição. Fernandes, A.: Gomes, A. E Lima, M. (2016). Educação Especial em Tese-25 anos a Formar Professores. Editora Escola de educação de Paula Frassinetti.
Fregoneze, G. B.; Botelho, J. M.; Trigueiro, R. de M. e Ricieri, M. (2014). Metodologia Científica. Brasil.
Júnior, J. F. C. (2019). O papel da formação inicial na preparação do professor contemporâneo. Brasil.
Lopez, J. C. (2011). A formação de professores para a inclusão escolar de estudantes autistas: Contribuições psicopedagógicas. Trabalho final de fim de curso (Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional). Universidade de Brasília. Instituto de Psicologia-Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento. Brasília.
Marques, J. & Freitas D. (2018). Métodos Dephi: Caracterização e potencialidades na pesquisa em Educação. Brasil.
Mousinho, R. (2010). Mediação escolar e inclusão. Rio de Janeiro.
Neves, J. J. de O. (2017). La Preración de los Professores para la Atencón Educativa a los alumnos con discapacidad auditiva, en la Escuela Especial de Benguea, de la República de Angola. Havana.
Orrú, S. E. (2017). Educação inclusiva e autismo: práticas pedagógicas. Brasil.
Ramos, S. T. e Naranjo, E. S. (2014). Metodologia de Investigação Científica. Escolar Editora: Angola.
Rodrigues, C. (2014). A inclusão escolar de alunos com autismo. Brasil
Santana, M. M. de & Almeida, R. S. de. (2023). O papel do professor na inclusão de estudantes com autismo. Revista Interseção. V.5. P. 102-108.
Santana, W & Santos, C. (2015). Educação e transtorno do espectro autista. S. Paulo.
Sequeira, G. A. P. (2020). Inclusão Educativa da criança com multideficiência no Município do Lobito. Dissertação de Mestrado em Educação Especial. Instituto Superior de Ciências da Educação de Benguela.
Silva, G.M. da (2019). A inclusão de autista nas salas de aulas normais: desafios e possíveis maneiras de vencê-los. Revista Caparaó. V.1, N. 1. P. 2-5.
Silva, A. e Arruda, B. (2014). A preparação e o papel do professor na inclusão de alunos com autismo. Brasil
Téléchargements
Publiée
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
(c) Tous droits réservés ADELAIDE DE AUGUSTA DOS SANTOS QUINTAS, JESUS GUERRITO KAMBINDA , SANDRA MARISA NASCIMENTO CHIMUCO 2026

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d’Utilisation Commerciale - Partage dans les Mêmes Conditions 4.0 International.




















