L'EXERCICE DE LA RÉSISTANCE DANS LA DÉFENSE DES DROITS FONDAMENTAUX ET SES IMPLICATIONS DANS UN ÉTAT DE NON-DROIT

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Mots-clés :

Droits Fondamentaux, Droit de Résistance, Exclusion Sociale, État de Droit

Résumé

La résistance dans les contextes démocratiques s'est révélée être un thème crucial face aux violations systématiques des droits fondamentaux par les pouvoirs étatiques, dans un cadre où l'État de droit tend vers un contenu totalitaire substantif et l'exclusion sociale, impliquant la négation des droits. Cette étude cherche à comprendre le droit de résistance comme un mécanisme pour défendre ces droits, essentiel pour faire face aux défis locaux et mondiaux. L'analyse part du principe que l'État de droit démocratique repose sur la promotion et la protection des droits humains, dont la violation sape la légitimité du pouvoir étatique. Ainsi, le droit à la résistance devient applicable lorsque les moyens formels de défense sont insuffisants ou compromis. Cette recherche qualitative vise à explorer les fondements et implications de ce droit, en soulignant la nécessité de renforcer les mécanismes de défense des droits fondamentaux. En comprenant les sources de pouvoir et la relation entre le Pouvoir Constituant et la résistance, on peut apprécier l'importance de ce droit dans la restauration de l'ordre démocratique et dans la garantie de la dignité humaine.

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Publiée

2024-07-22

Comment citer

SALI, F. . (2024). L’EXERCICE DE LA RÉSISTANCE DANS LA DÉFENSE DES DROITS FONDAMENTAUX ET SES IMPLICATIONS DANS UN ÉTAT DE NON-DROIT. Revista Sol Nascente, 13(1), 24–42. Consulté à l’adresse https://revista.ispsn.org/index.php/rsn/article/view/323